Respiratório
Guaco
Mikania glomerata · Asteraceae
Trepadeira brasileira tradicionalmente usada como expectorante e broncodilatador leve para tosse e afecções respiratórias.
Ficha de preparo
Método: Infusão
- Aqueça a água até próximo da fervura
- Despeje sobre as folhas secas de guaco em uma xícara ou bule
- Tampe e deixe em infusão pelo tempo indicado
- Coe e sirva
Origem
Nativa de: América do Sul, incluindo o Brasil
Cultivada hoje em: Brasil (regiões Sul e Sudeste), Argentina, Paraguai
Amplamente utilizado na medicina popular brasileira desde o período colonial como expectorante, e reconhecido pela Anvisa como planta medicinal de interesse ao SUS, com preparações tradicionais em chá, xarope e tintura.
Perfil de sabor
herbáceo e levemente amargo, com notas adocicadas de cumarina lembrando feno ou baunilha
- Herbáceo
- Adocicado
- Terroso
Corpo: Médio · Retrogosto: doçura residual que lembra baunilha ou feno, seguida de leve amargor
Combina bem com: mel, limão
Descrição
O guaco é uma trepadeira nativa da América do Sul, amplamente encontrada no Brasil, cujas folhas são um dos remédios caseiros mais tradicionais da medicina popular brasileira para problemas respiratórios. É reconhecido pela Anvisa como planta medicinal de interesse ao Sistema Único de Saúde (SUS) e possui monografia própria no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Seu principal composto ativo, a cumarina, confere ao guaco um aroma adocicado característico, lembrando feno ou baunilha, e é associado a propriedades broncodilatadoras e anti-inflamatórias.
Benefícios
- Tradicionalmente utilizado como expectorante e broncodilatador leve, para tosse seca ou produtiva associada a resfriados e bronquite
- Reconhecido pela Anvisa como planta medicinal de interesse ao SUS, com monografia própria no Formulário de Fitoterápicos
- Um dos fitoterápicos mais tradicionais da medicina popular brasileira para apoio respiratório, usado em chá, xarope e tintura
- A cumarina, seu principal composto ativo, é associada a propriedades broncodilatadoras e anti-inflamatórias em estudos pré-clínicos
Sintomas tratados
Efeitos colaterais
- Desconforto gastrointestinal leve em algumas pessoas
- Risco aumentado de sangramentos quando associado a medicamentos que afetam a coagulação, devido ao teor de cumarina
Contraindicações e interações
- Gravidez e amamentação, devido ao teor de cumarina
- Distúrbios de coagulação ou uso de anticoagulantes, sem orientação profissional
- Alergia a plantas da família Asteraceae/Compositae
- Pode potencializar o efeito de anticoagulantes como varfarina, aumentando o risco de sangramentos, devido ao teor de cumarina
- Pode aumentar o risco de sangramento gastrointestinal quando associado a anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), como ibuprofeno e aspirina
- Evitar na gestação
Frequência e cafeína
Frequência recomendada: 2 a 3 xícaras por dia
Uso contínuo: uso contínuo por no máximo 4 semanas, sem orientação profissional
Sem cafeína